Publicado por: Dream Hunter Z | 28/10/2014

O idiota e a moeda

Olá a todos! 🙂 Como estão?

Hoje transcrevo mais um e-mail que encontrei relendo os antigos. Desta vez enviado pela Ry~chan!

O idiota e a moeda

Imagem retirada deste blog. E editada por mim.

O IDIOTA E A MOEDA

“Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.

Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.

Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
– Eu sei, respondeu o tolo. “Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda”.

Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.

A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.

Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente.
Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação.
Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam… é problema deles.”

(Arnaldo Jabor)

Todas as lições concluídas por Arnaldo Jabor são uma grande verdade. Diria que ocorreu a lei de ação e reação. Tiveram a intenção de fazer de bobo o protagonista da história, e eles receberam isso de volta sendo feitos de bobos pelo mesmo.

Podemos concluir também que, não devemos julgar as pessoas pela aparência. Na historinha, o tolo era, na verdade, esperto. E, mesmo que não fosse assim, não devemos fazer graça com as carências/deficiências dos outros. (Não falo da física, apenas. Como humanos vivendo neste mundo, todos temos nossos defeitos e deficiências.).  Muitos justificam esse tipo de atitude como se fosse brincadeira. Mas será que todos realmente se divertem nesta?

Só discordo da afirmação: “O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente.” Pois não vejo isso como prazer, embora esteja de acordo que esta, em muitos casos, é uma sábia atitude.

Por fim, o desfecho, com certeza devemos nos preocupar mais com a nossa própria consciência. Poder dormir tranquilo a noite, sem culpas é a melhor coisa. Ser quem realmente somos, sem teatro, é o verdadeiro viver. Deve ser a nossa prioridade máxima. No entanto, acredito que a reputação não deve ser totalmente ignorada. Com certeza, o que os outros pensam é problema deles, no entanto, vivemos numa sociedade, convivemos com outros indivíduos. Não podemos nos fechar somente com a nossa própria consciência e ideais, pois fazer isso, em casos mais extremos, pode levar ao egocentrismo.

Além disso, existe certa necessidade de ser bem visto, neste mundo de aparências. Não por vaidade, mas para poder sobreviver mesmo. O chamado marketing pessoal não me deixa mentir. Algo importantíssimo para a carreira nos dias de hoje. Inclusive, saber o que os outros pensam sobre nós, pode nos ajudar a encontrar pontos fracos para melhorarmos a nós mesmos. Fazendo isso, podemos melhorar a nossa reputação, o que pode contribuir para abrir novas portas.

Creio que o que Jabor quis ressaltar, é que devemos priorizar a nossa consciência, sendo nós mesmos e agindo conforme o nosso senso do correto. Realmente, há pessoas que se prendem tanto à reputação que deixam de ser elas mesmas, o que desgasta o emocional desta.

O ideal, para meu entender, é o equilíbrio. Podemos cuidar da reputação, sem deixarmos de ser nós mesmos, sem desviar do que nossa consciência e valores acreditam.

Bom, fico por aqui!

E nunca se esqueçam! O maior de todos os tesouros são os seus sonhos!

Abraços


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